Tuesday, August 05, 2008

Defesa do Consumidor Rico

Muitos devem conhecer a DECO que, segundo consta, é uma associação de defesa do consumidor. Mas é só o que consta, porque a verdade não é bem essa. Se eu já tinha uma má impressão desta associação, hoje ficou ainda pior. Deixo-vos aqui um rol de queixas:
  • o meu pai foi sócio durante muitos anos (mais de 10!), e fui crescendo habituado a ler os comparativos dos produtos. Enquanto que completamente leigo em frigoríficos, máquinas de lavar ou pneus, considero-me minimamente entendido em produtos informática. E devo dizer que em relação aos produtos informáticos sempre se notou um total desconhecimento do que estão a comparar. Para comparar os valores de memória, ou velocidade de processador, não comprava eu uma revista. Num artigo de duas páginas haveria espaço para comparar cache de processador, memória e disco, a que tipo de memória se referia, etc. Em grande parte dos casos a escolha "acertada" não o era...
  • enquanto sócio, muitas campanhas para angariar novos sócios foram despoletadas, com preços competitivos. Pena que os sócios antigos continuavam a pagar o preço antigo. Se fosse uma outra empresa a fazê-lo, a DECO caía-lhe em cima. Como é a DECO a fazer, está tudo bem.
  • de quando em vez a DECO publicava livros e, como marketing oferecia uma prenda. Lembro-me de o meu pai ter comprado um livro de vários volumes (não sei dar pormenores do livro) em que ofereciam um aparelho de música. Pela fotografia, eu dizia que era um aparelho com leitor de cassetes e tudo. Na verdade é um rádio. Apenas rádio. Tamanho 10 x 7 x 7 cm. Não, na publicidade não tinha detalhes sobre o aparelho. Só mesmo, ganhe este magnífico aparelho. Magnifico mesmo. Publicidade enganosa da DECO? Pode ser. De outras empresas é que não!
  • e finalmente, hoje enviei um relatório de um problema que estou a ter com a DECO (ver um post antigo neste blogue). Na verdade, o e-mail foi enviado como sendo uma mensagem institucional da associação que represento. A resposta foi: por favor indique-nos o número de sócio, que não o conseguimos encontrar a partir do seu nome.
Parece-me que a DECO está muito interessada nos consumidores... ou não!

Wednesday, July 23, 2008

Caixa Geral de Roubos

Para quem não sabe, sou presidente de uma associação sem fins lucrativos. No passado mês de Junho realizamos uma formação com um convidado estrangeiro. Depois do evento precisamos de pagar a formação, e optamos por uma transferência bancária.

Infelizmente, os Estados Unidos da América não usam os IBAN a que estámos habituados. Segundo consta, esta é uma norma Europeia. Como a conta de destino não tem um IBAN válido a transferência não pode ser realizada no serviço de eBanking (onde a operação seria gratuíta).

Assim sendo, deslocá-mo-nos a uma agência da CGD onde entregamos toda a documentação que tínhamos, e pedimos para realizar a transferência internacional. Disseram-nos que teríamos de pagar cerca de 50 euros pelas despesas de contacto entre bancos. Aceitamos essas condições.

Uma semana depois, telefonam-me a dizer que a transferência não pôde ser realizada por falta de dados. Como não tínhamos mais informações sobre a conta de destino, pedi para cancelarem a transferência.

Ao chegar a casa reparo que, no documento que sai do sistema informático da CGD, não constava o número da conta de destino, apenas o número da conta.

No dia seguinte voltamos a correr à mesma agência para tentar cancelar o cancelamento. Infelizmente isto não foi possível, e por isso tivemos de realizar nova transferência, referindo à funcionária que a anterior tinha falhado porque se tinham esquecido do número da conta. A funcionária desculpou-se com um raramente fazemos este tipo de transferências, e não temos formação. Eu pergunto-me se, cada um de nós, utentes de um banco, tem de tirar um curso sobre números de contas...

Esta nova transferência correu dentro do previsto mas, qual o meu espanto quando reparo que a CGD não devolveu o valor total relativo à transferência falhada. Faltavam 108.08 euros. Uns dias depois recebo uma carta da CGD a justificar o débito de cerca de 10 euros (para além dos 50 originais).

Enviei uma reclamação usando o sistema web e não me responderam (e até tinha uma boa impressão do sistema de assistência on-line, onde sempre me responderam no dia seguinte a colocar a pergunta/dúvida/reclamação). Mandei, pois, uma carta registada a reclamar. Se o erro foi de uma funcionária, deve ser a entidade patronal (ou seja, CGD) a assumir o prejuízo!

Passam duas semanas, e ainda não obtive resposta. Parece-me que tenho de enviar uma carta registada com aviso de recepção, e aproveitar para enviar esta história (mais detalhada) para a DECO. E já agora, sou capaz de também ir às finanças queixar-me que a CGD se recusa a passar recibos dos serviços prestados (sim, essa carta também pedia esse recibo).

Friday, July 11, 2008

Tele-roubo

A TMN criou um novo serviço, chamado "casa T". Ainda não percebi bem o interesse deste serviço. E diria que ninguém percebeu, porque com certeza que a TMN não tem clientes para este serviço. Porque só esta razão pode justificar que tenham activado o serviço no telemóvel da minha mãe sem que alguém o tenha pedido.

Note-se que o serviço é pago. 7 euros e qualquer coisa, descontado no saldo do telemóvel. Depois de uma reclamação, a TMN o que faz? Diz que o serviço irá ser desactivado dentro de um mês. Mas como estão pobrezinhos, não devolvem o dinheiro.

Pois bem, levaram com outra reclamação. E que comecem a pensar em devolver o dinheiro. Ainda há muito por onde reclamar. Que se ponham finos!

Thursday, May 29, 2008

Nike no Vasco da Gama

Nota prévia: um bom funcionário não julga as pessoas pelo facto destas estarem vestidas de fato ou de calças de ganga e t-shirt.

Comprei um kit Nike+ na loja Nike do centro comercial Vasco da Gama.

O F. também lá comprou um.

Como ele corre bastante, eventualmente a bateria ficou sem carga e o kit deixou de funcionar. Ele foi lá e comprou outro.

Há cerca de uma semana foi lá e comprou outro para oferecer a um amigo.

Infelizmente, este último kit não funciona devidamente e vai-se desligando a meio da corrida.

Fomos então à loja onde, em conjunto, já compramos 4 kits Nike+, roupa, ténis e outro tipo de equipamento, com o talão que lhe deram aquando da compra do kit defeituoso.

Quando fomos atendidos e dissemos ao que vínhamos, a funcionária foi ao armazém chamar outro funcionário.

Tornámos a dizer o mesmo e o sujeito disse:

- Para lhe trocar o kit preciso que me traga o iPod.

- Como?

- Preciso que me traga o iPod para testar.

Eu interrompi a conversa e disse:

- Você não vai receber aqui o iPod, porque este kit foi oferta a uma pessoa que vive noutra cidade.

Seguiu-se uma discussão com o sujeito a insistir que tínhamos que levar lá o iPod para ele testar e connosco a dizer que não faz sentido nenhum ele necessitar de equipamento nosso para testar um produto que ele vende e que não o iríamos fazer.

A paciência esgotou-se rapidamente e o F. disse:

- Quero falar com o chefe.

- Sou eu.

- Não. Há alguém acima de si, e é com esse alguém que eu quero falar.

- Pois, mas ele não está cá.

- Mas eu quero falar com ele.

- Mas tem que passar por mim.

- Arranje maneira de eu falar com ele.

O tipo acabou por anotar o número de telemóvel do F. e ficou de lhe ligar para marcar com ele uma hora para falar com o chefe (mas o chefe a sério).

Com tudo isto, a loja perdeu e ganhou...

Perdeu dois clientes para sempre...

Ganhou uma bela duma confusão, porque isto não fica assim...

O dia de amanhã vai começar com um telefonema para a DECO (808 200 145 ou 21 841 08 58) e deverá continuar com uma nova visita à loja, muito possivelmente com a companhia de um agente da autoridade.

Aos leitores deste blog, fica a recomendação:

- Não comprem nada na Nike do Vasco da Gama, ou...

- Se tiverem problema com algum produto e necessitarem fazer uma troca, vão de fato, e não de calças de ganga e t-shirt, porque parece que é pela imagem que lá se julga a integridade das pessoas.

Pessoalmente, a minha vontade é lá levar um iPod e obrigar o sujeito a testar o kit, porque para isso ele vai ter que calçar uns ténis e ir dar uma corrida. Gostava especialmente de o fazer na presença do chefe dele.

Monday, February 11, 2008

Internet em 30 segundos o tanas!

Falemos novamente do serviço de internet móvel da Optimus, o Kanguru, um serviço que já possuo desde meados do ano passado.

Liga-se o aparelho ao portátil e passam-se 21 segundos até que o mesmo seja devidamente reconhecido.

Selecciona-se a ligação, premimos "Connect" e passam-se 8 segundos até a ligação ser estabelecida.

Passaram-se, portanto, 29 segundos.

O leitor incauto diria: "Bom, a publicidade não é enganosa... Eles dizem em 30 segundos e demorou 29..."

Certo, mas não da primeira vez... Porque da primeira vez é necessário possuir já uma ligação à internet, para fazer download da versão do programa para Mac (que é a máquina que possuo). Depois é preciso configurar a ligação, o que demora bem mais que 30 segundos. Nessa altura, se tudo tiver corrido bem, sim, há internet, mas não para sempre... Há internet durante uns dias, porque há que preencher o contrato que vem dentro da caixa, enviá-lo pelo correio e aguardar... Quando o contrato lá chega é que finalmente o nosso acesso é desbloqueado.

Por outro lado, a publicidade, neste aspecto, não é enganosa... Porque a publicidade, se bem me lembro, não deixa claro que aquela é a primeira vez que a pessoa se liga à internet.

Ainda assim, na publicidade, a pessoa ainda tem tempo para entalar um casaco na porta e tropeçar num gato, coisa que eu não tive.

Alguns leitores dirão, ainda assim: "Mas também não é tão mau quanto isso..."

Pois não, é pior.

Seguem-se longos meses de desespero, dos quais saliento alguns pontos:
  • volta e meia perco as ligações; atenção, não perco a conexão; continuo ligado ao ISP, perco é ligações de IMs, HTTP, etc, o que é especialmente enervante quando estamos a 90M de um DMG de 100M. (Nota: se calhar é por isto que lhe chamam Kanguru... está sempre aos saltos...)
  • volta e meia é o Mac que encrava, começa a bufar e tudo deixa de responder; e não me venham dizer que é do Mac, porque já experimentei com o acesso móvel da TMN e o mesmo não acontece.
  • supostamente tenho Happy Hour, mas só a começaram a contabilizar correctamente ao fim de 4 meses de serviço.
  • supostamente a velocidade vai até 3,6Mbps, mas eu nunca consegui mais de 300K (sendo que o típico são uns 20K), e já lá vão 5 meses e tal (e sim, está bem configurado, e sim, 3G).
  • o site de apoio ao cliente é das piores coisinhas que há
    • ter que voltar a fazer login para andar de opção em opção (algo que só foi corrigido recentemente)...
    • ir tentar ver os consumos e verificar que só lá se encontram os ditos até há coisa de 10 dias atrás (hoje são 11 e só lá tenho consumos até dia 2), o que dá imenso jeito para nos organizarmos...
    • uma opção de consulta de factura electrónica que só nos diz que a factura electrónica já está activa e que depois não nos mostra nada...
    • detalhes do serviço subscrito que, na prática, nos redirigem para uma página estática com o tarifário, o que significa que não conseguimos verificar online qual o horário de Happy Hour que possuímos...
    • etc.
Mas enfim, eu já devia estar à espera desta qualidade de serviço...

Sabem o que vos digo?

Se eu levasse este Kanguru a um veterinário, quase de certeza que mo abatiam!

Se não antes, garanto-vos que mal terminem os 12 meses de fidelização (que é das coisas mais estúpidas alguma vez inventadas) quebro o contrato.

Kanguru...

Sinceramente...

Thursday, January 31, 2008

Flores em Água Morna

Enviar flores a alguém é algo que eu prezo.

A primeira vez que o fiz remotamente foi há um ano atrás. Fui ao site flores.pt, site com arranjos de flores muito bonitos, e fiz a minha encomenda. Era um dia 25, a felizarda que recebeu a flores fazia anos a 28. Preenchi o formulário e pedi que as flores fossem entregues no dia certo, dia 28. Afinal, existe um campo no formulário a perguntar isso mesmo, em que dia as flores devem ser entregues. Preenchi com o dia 28 e, surpresa quando no dia 26 a felizarda me diz: "obrigada pelas flores, mas só faço anos no dia 28". Claro que enviei uma reclamação, mas nem resposta obtive.

Um ano depois, com uma diferente felizarda (que o não chegou a ser), encomendei mais um ramo. Desta feita para entregar no dia seguinte, não fosse o Diabo tecê-las, e eles as entregarem cedo de mais. Encomenda realizada, VISA inserido e, depois de tudo ter corrido como esperado, o site me informa que a encomenda ficou incompleta. Como incompleta é daquelas palavras muito ambíguas, fiquei a pensar que passaria a completa quando fosse entregue. Fiz bem foi em esperar sentado.

No fim do dia seguinte a encomenda continuava incompleta. Depois de contactada a loja, a explicação foi que estava incompleta porque deve ter ocorrido algum tipo de erro ao validar o VISA. Paciência, as flores não iam ser entregues.

Nesse mesmo dia ao meio da tarde, consulto o saldo da minha conta e... surpresa... o valor das flores foi descontado. Segue nova reclamação para a loja, que só é respondida três dias depois com: "a sua encomenda seguiu para o destino".

Ein? Seguiu para o destino quatro dias depois? Bem, paciência. Espero que pelo menos cheguem à destinatária. Claro que não chegaram. Nova reclamação e mais uns quatro dias para que, finalmente, me façam a devolução do dinheiro.

Agora tenho de encontrar alguma florista on-line competente!

Friday, December 28, 2007

Atendimento? Onde?

O telefone de casa dos meus pais deixou de funcionar, pelo que o meu pai ligou (do telemóvel) para reclamar.

Disseram-lhe que iriam lá a casa para efectuar a reparação e que lhe ligariam posteriormente para combinar data e hora.

Uma semana depois, o meu pai foi à PT reclamar que ainda não lhe tinham dito mais nada.

A senhora que o atendeu fez uma chamada para perguntar a alguém o que se passava com aquele caso.

No decorrer dessa chamada o telemóvel do meu pai toca. Era o técnico, a perguntar se estava alguém em casa para lá ir.

O meu pai saíu da PT e dirigiu-se a casa, onde se encontrou com o técnico, que depois de olhar para muitos cabos disse:

- Pois, é preciso ir ali acima... Mas eu não tenho escada, vou ter que cá voltar noutro dia... Hoje é Sexta, amanhã não dá... E não sei se Segunda a brigada poderá vir cá...

Claro que, não podendo, Terça também não poderá, que é feriado, 1 de Janeiro...

E andamos nisto, mas aposto que vão querer cobrar a assinatura por inteiro, claro está.

Tuesday, July 31, 2007

Internet em 30 segundos o cacete!

Ou eu estou enganado ou é o Kanguru que tem a publicidade da internet em 30 segundos.

Se assim for, 30 segundos o tanas!

Primeiro foi 1 minuto para perceber porque é que aquilo nem sinal dava.

Depois foi uma chamada. Ao fim de 1 minuto de chamada lá consegui seleccionar a opção que queria. Ouvi o sinal a dizer que a minha chamada seria atendida em 3 minutos.

Correu-lhes mal porque eu estava a cronometrar (que é para eles aprenderem a não fazer publicidade enganosa). 4 minutos depois, lá me atenderam.

1 minuto do meu tempo mais 5 minutos de chamada, até aqui.

Lá eu falo com a rapariga e lhe explico o que quero saber e ela lá me começa a explicar, numa chamada cheia de interferências (é estranho porque já usei o telemóvel várias vezes hoje e tem funcionado sempre) que agora tenho que lhes enviar o contrato assinado e que só quando ele lá chegar é que me activam o serviço.

Perguntei-lhe quanto tempo demora a activar uma vez chegado o contrato e ela diz:

- Depende.

- Depende de quê?

- Depende zrvzc zrczv zzrvzvrv rz vzrzzvr caso xvcrvdvrc scvrvvczr.

Sim, aquilo era ruído. Só conseguia perceber as palavras que não interessavam.

Desliguei. Vou preencher o contrato e enviar, e logo se vê quanto tempo terei que esperar.

Saturday, June 16, 2007

Belo serviço público

Foi no dia 20 de Maio que escrevi sobre a falta de respeito pelos telespectadores.

A RTP1 começou a passar a série The Unit aos Sábados, às 15:10, dois episódios seguidos.

À quarta semana, só passaram um episódio, e só às 15:45 (episódio 7).

Na semana seguinte tornaram a passar dois episódios, novamente às 15:10 (episódios 8 e 9).

Na semana seguinte passaram só um, desta feita às 15:30 (episódio 10).

Nas duas semanas que se seguiram não passaram nenhum episódio.

Usei o interface existente na página da RTP1 para os contactar e perguntei se a série tinha sido cancelada, já que não a encontrava em qualquer outro horário.

Querem adivinhar?

Exactamente, não obtive resposta. Mas enfim, já não é a primeira vez que os contacto e já estou habituado a ser ignorado.

Hoje, às 15:35, passou o episódio 11. Eu não vi, só soube porque me avisaram.

Faltam dois episódios para a série acabar, e no meio destas trocas já perdi alguns...

E agora?

Faço o esforço para ver os dois últimos episódios quando eles se lembrarem de os passar?

Não me parece.

Com licença, que eu vi ali os DVDs à venda.

Tuesday, April 24, 2007

Perder um cliente, em cinco actos

Acto #1: Pedido de orçamento para viagem a Houston. Resposta a dizer que custa cerca de 1100 euros.

Acto #2: Pedido de reserva da viagem.

Acto #3: Agência de viagens diz que aquela já não dá e que o melhor preço que há agora é de cerca de 1800 euros.

Acto #4: Dá-me uma coisinha má, vou à net e marco a viagem por 717 euros (já com taxas). Envio mail a dizer que na net há mais barato e digo inclusivé qual é a airline.

Acto #5: A agência envia novo preço: 850 euros! A airline? Aquela que eu mencionei. Os voos? Precisamente os mesmo aviões para os quais eu já tenho reserva.

Bom, compreende-se a diferença 717 - 850, porque uma empresa é virtual (online) e não tem os mesmos custos da outra. Até aí, tudo bem.

Agora...

Na minha opinião, a ideia de utilizar uma agência de viagens é, precisamente, a de serem eles a ter o trabalho de encontrar os melhores preços, as melhores condições e de tratar de tudo, não?

Esta já deve ser a quinta vez que temos uma má experiência com esta agência.

E porque é que ainda não mudamos, dizem vocês?

Bem, eles pediram imensa desculpa e mudaram a nossa gestora de conta.

Aparentemente, o problema não estava na pessoa, mas no funcionamento da agência.

Estou curioso para ver o que acontece... Eles é que não sabem que agora vão ter que lidar com uma fera furiosa...

Não, não sou eu O:-)

E não, não temos um tigre numa jaula só para estas ocasiões especiais. Temos é alguém que tem tratado de toda a interacção com a agência até hoje e que os acaba de intimar para uma reunião.

Estou curioso sobre o desenrolar da situação... :-)

Sunday, January 07, 2007

Mensagens de erro trocadas

Tenho conta na Caixa Geral de Depósitos e quis fazer uma transferência numa caixa multibanco.

Infelizmente, não é possível (pelo menos para mim) fazer transferências numa ATM que sejam superiores a 1,000 euros.

Mas a parte realmente aborrecida é que a ATM nunca mo disse... a mensagem que exibe é "O seu saldo não é suficiente para efectuar esta operação."

Ora como fui recentemente à Austrália e estou a contar que me tirem em breve algum dinheiro da conta (porque paguei coisas como o hotel com o cartão de crédito), não estranhei muito. Pensei "OK, eu até tenho dinheiro na conta, mas se calhar já está reservado para o cartão."

Tentei umas duas ou três vezes.

Fiz uma série de experiências e nada resultava.

Cheguei à ridícula situação de ter na conta quase quatro vezes o valor que queria transferir, e nada. A máquina continuava-me a dizer que não tinha dinheiro suficiente para efectuar a operação.

Ou seja, graças a uma ideia absurda que alguém teve de exibir a mensagem errada (considero-a absurda porque não estou a ver qual o seu propósito) passei tempo que eu sei lá a tentar fazer uma transferência, com a possibilidade da pessoa para quem eu queria fazer a transferência poder pensar que eu não a queria fazer e que a estava a enrolar.

Acabei por dividir a quantia em duas partes e fazer duas transferências.

Tuesday, November 28, 2006

Portugalmail - um mau serviço

Criei uma conta de mail no Portugalmail algures no ano 2000.

Desde então já tive vários motivos de queixa deles.

Sem contar mudanças de layout injustificadas que só confundiam o utilizador, opções que se alteram mas que não são persistentes, problemas de spam e outras coisas que tal, aconteceram no decorrer destes seis anos duas situações inadmissíveis por parte duma empresa que lida com informática.

A primeiro deu-se quando eles migraram os seus servidores dos EUA para Portugal.

De um dia para o outro, deixei de ter mail na caixa de correio. Eu, e toda a gente.

Contactei o endereço de suporte, de onde me explicaram que a falta de acesso era temporária, enquanto eles tratavam da migração.

Passou algum tempo e vim a descobrir o que eles tinham feito:

Passo 1 - gravar os dados para tapes
Passo 2 - cancelar contrato nos EUA e arranjar servidores em Portugal
Passo 3 - enviar as tapes para Portugal

Reparem... onde é que está a redundância dos dados? A uma dada altura, o único local onde os dados existiam era o conjunto de tapes, que se encontrava em viagem para Portugal!

Mas será que numa empresa na área da informática ninguém ouviu falar de Murphy?

Bolas, quando alguém na minha equipa recebe, por exemplo, um dump de uma base de dados que tem que migrar, a primeira coisa que essa pessoa faz são duas cópias! O original e uma das cópias são armazenados em locais diferentes e a pessoa trabalha com uma das cópias! Chiça, e eu trabalho nisto há menos tempo que eles!

Querem adivinhar o que aconteceu à tape com os meus dados?

Pois, eu nem sei, mas sei que aguardei uns meses, tornei a perguntar e eles lá me disseram que tinham tido problemas com algumas das tapes mas que estavam a tratar de recuperar os dados por formas alternativas.

Mais uns meses sem qualquer contacto por parte deles, torno a perguntar e eles acabam por me dizer que não tinham conseguido recuperar os dados.

É que se não tenho perguntado nem se davam ao trabalho de me responder!

Mais de 300 mails!

De um dia para o outro, fico sem lhes poder aceder, sem qualquer aviso prévio!

E, passados meses, finalmente dizem-me que fiquei mesmo sem eles...

Boa, Mike!

Ainda assim, continuei a usar o serviço deles, e o mail lá foi acumulando, ao longo dos anos...

Como comecei a ter contas de mail noutras máquinas, cada vez dei menos uso ao Portugalmail, e a quantidade de vezes que lhe acedia tornou-se cada vez menor.

A dada altura (há uns meses, suponho) deixei de lhe conseguir aceder.

De longe a longe lá ia tentar outra vez, mas parecia mesmo que me tinha esquecido da password, ou algo do género.

Finalmente decidi enviar um mail para o endereço de suporte, para saber se me podiam ajudar...

A resposta?

O seu endereço de email tinha entrado em quarentena. Tomamos a liberdade de o reactivar pelo que o acesso voltou a ser possà vel.

Os endereços de email que fiquem inactivos durante perà odos superiores a 60 dias entram automaticamente num estado de quarentena. Neste estado de quarentena todas as mensagens são eliminadas e a Portugalmail devolve aos remetentes de novas mensagens um aviso de não entrega das mensagens de forma a alertá-los que o email está inactivo.


Bom, basta ver que, findos vários anos de serviço, ainda não sabem enviar mail...

Moral da história: não consegui entrar na minha conta durante 60 dias ou mais, pelo que eles me fecharam a conta e me apagaram o mail...

Apagaram o mail?

Mas, mas... assim sem mais nem menos?

Como não fiquei satisfeito, tornei a enviar novo mail:

Julgo que esse pormenor não consta das vossas "condições de serviço"... estou correcto?

Quer isto dizer que as minhas mensagens foram eliminadas e que não existe forma de as recuperar?


Fui confirmar, antes de o enviar...

As Condições de Serviço não fazem qualquer menção à inactivação da conta ou à eliminação de mail...

Até fui ver a descrição do serviço de Correio Electrónico Gratuito... Nada! Nenhuma menção aos 60 dias ou à eliminação de mail...

Enviei o mail...

Hoje recebi a resposta:

Bom dia

As contas de email que se apresentem inactivas pelo periodo superior a 60 dias são colocadas de quarentena e o seu conteudo eliminado.Visite a nossa página da portugalmail para constatar as nossa condições de serviço onde constam as mesmas(diferenças ente o email gratuito e o email gold).Uma vez eliminadas as mensagens também o são no nosso servidor sendo por isso impossivel a sua recuperação


Antes de mais, um pequeno reparo: Já alguém ouviu falar em comunicação? Os caracteres mal codificados são um problema, mas a pessoa que contacta com o cliente não colocar acentos em algumas palavras? E que tal um espaço a seguir ao ponto final? E que tal um ponto final no fim do mail? "as nossa condições de serviço"? Ironia, ironia, que o nome da empresa até é "Portugalmail - Comunicações SA"...

Mas adiante...

Perguntei se o facto constava das condições de serviço, respondem-me que visite a página das condições de serviço onde constam as mesmas... Só que não constam... Existe, sim, uma página que contém a comparação entre o serviço gratuito e o serviço Gold. Aí sim, há uma linha da tabela onde falam de Desactivação do email por falta de actividade". É que nem mencionam a eliminação! E, seja como for, não consta das condições de serviço...

Perguntei, claramente, "Quer isto dizer que as minhas mensagens foram eliminadas e que não existe forma de as recuperar?"

Em vez de me darem uma resposta objectiva, tornam a vir com o paleio do costume, de quem remete responsabilidades para as letras pequeninas do contrato. Só que, neste caso, não são letras pequeninas no contrato, são letras normais numa página que eu não fazia ideia existir! Nem tinha nada que fazer!

Perdoem-me a analogia: Sinto-me como o dono de um Peugeot 206 que leva o carro à revisão e ao qual são removidos os extras. Queixo-me e dizem-me que os removeram por não os ter utilizado. Queixo-me de que essa informação não consta do contrato e remetem-me para o folheto de um Peugeot 207, onde se lê que, se comprar o modelo 207, não me arrisco a perder os extras caso não os utilize.

Sinceramente...

Obrigado por nada, Portugalmail!

Monday, August 07, 2006

Os sites optimizados para "Internet Explorer 800x600"

Observem, por exemplo, as estatísticas dos acessos ao meu outro blog:

57.05% dos acessos são de browsers Mozilla, versus 39.97% de Internet Explorer.

Apenas 4.91% dos acessos são exibidos em resoluções de 800 por 600.

O que quero eu dizer com isto?

Quero dizer que anda aí muita gente a "optimizar" sites para a minoria!

As aspas à volta do "optimizar" são propositadas, porque no fundo eles nem estão a optimizar nada! O que eles querem dizer é que só testaram com aquele browser e aquela resolução!

E para quê?

Para a minoria ter um site ranhoso (sim, porque quem "optimiza" sites para IE a 800x600 não costuma ter grandes noções de Acessibilidade, Usabilidade e afins) e o resto da malta provavelmente não lhe poder aceder ou pelo menos não poder fazer uso de todas as suas funcionalidades...

Deixem-me concretizar melhor a ideia: a grande maioria das pessoas de bom gosto está neste momento a usar Mozilla em resoluções de 1024 por 768.

Digo "de bom gosto" porque, afinal de contas, lêem o meu blog O:-)

Saturday, August 05, 2006

Obrigado por nada, Metropolitano de Lisboa

O novo site do Metropolitano de Lisboa, segundo o Portal do Cidadão, "aposta no dinamismo".

E que tal se apostassem na acessibilidade e usabilidade, para variar?

O diagrama da rede já não era nada de fantástico, mas pelo menos era baseado em imagens.

Deixem-me falar-vos deste novo site...

Tem 4 secções principais e um total de 38 subsecções.

Ora deixa cá ver... onde estará o diagrama da rede?

Estará em "Clientes - informações", ou em "O Metro e a Cidade"?

Está em ambos!!!

Ena, ena!

Não só disponibilizamos a informação como também o fazemos várias vezes!

Esperem... eu disse "disponibilizamos"?

Ah, pois, mas é preciso o FlashPlayer 8!

Mas não se preocupem, porque é "gratuito"!

Pergunto-me... se fosse preciso um balde de merda para ver o site e o balde fosse gratuito eu deveria ficar contente, era?

Pergunto-me como é que um site "Optimizado para Internet Explorer com uma resolução de 800x600" e que "Requer instalação do Flash Player 8" pode ter a lata de dizer que é acessível (não há ainda Flash 8 para Linux, por exemplo).

Seja como for, aqui vão alguns dados sobre o site do Metropolitano de Lisboa:

92 erros no HTML.

Carradas de erros no CSS.

E, claro está, aqui têm algo que podem usar para provar que o site não está conforme o nível A, como eles afirmam estar.

Tuesday, July 25, 2006

Eu queria mandar um mail a reclamar, mas não tenho net em casa...

Ainda não escrevi nada sobre isto em Português, de modo que cá vai, em versão muito condensada (acreditem).

A história começou há mais de um ano atrás.

Instalamos linha telefónica para poder ter net em casa, começamos a pagar a mensalidade, e lá passamos ao segundo passo: a net propriamente dita!

Primeiro tentamos pelo Clix. Telefonávamos, mas do lado de lá nunca nos atendiam a chamada. Não demorou muito para que desistíssemos.

Decidimo-nos pela Oni.

Ligamos, tratamos de tudo... e esperamos.

Passados uns meses lá recebemos o kit, pelo qual tivemos que pagar, salvo erro, perto de 100 euros. Só faltava o username e a password. Ligamos para lá e disseram-nos que já tinham enviado uma carta com o novo número de telefone, username e password. Lá nos mandaram os dados novamente. Ainda aproveitamos para dizer que tínhamos tentado ligar o router a duas máquinas diferentes e que nenhuma delas o reconhecia, pelo que o dito deveria estar avariado. Nada feito. A pessoa do lado de lá não percebia o que queríamos dizer e, sem username, não podem fazer nada.

Os dados chegaram, tentámos ligar... nada. Mudámos de router, tentamos novamente... nada. Ligamos para lá, explicamos o que se passava, e a explicação era de que teríamos uma ATM na mesma linha ou uma outra série de possibilidades; nós bem que dissemos que não era nada daquilo, mas do outro lado a voz era intransigente. Lá fomos passados à área técnica, que fez todos os testes necessários para concluir o que nós já sabíamos: que não tínhamos uma ATM nem nada do género em casa.

Convém aqui salientar que por esta altura os tempos de espera eram de 11 minutos. Quando nos passavam para a área técnica era outro tanto e, quando nos remetiam para a origem... Exacto.

Quem acabou por descobrir o problema fomos nós. O número novo que nos tinham dado não estava activo. Ainda tínhamos o anterior, o da PT, a funcionar.

Reclamámos, reclamámos... e de nada adiantou.

Ainda assim, começamos a receber as contas da Oni, com consumos e tudo. Nesta altura ainda eu não sabia o que representavam aqueles valores, já que não havia uma unidade junto ao gráfico.

Neste entretanto tínhamos passado uns meses a receber contas da PT e a não as pagar, já que a Oni nos dizia para assim proceder (seriam eles a resolver esse problema).

Quando finalmente dissemos que queríamos cancelar o contrato com eles e devolver tudo, disseram-nos que o problema já estava identificado: "A PT é que recusou a transferência do lacete! Mas não se preocupe, que nós pedimos isso hoje outra vez e resolvemos o problema!"

Primeiro: Se o problema era esse, porque é que só dizem que o vão resolver quando nós nos vamos embora?

Segundo: Se de facto a transferência não tinha sido feita... de onde veio o número novo?

E aguardem pelo terceiro, que vem uns parágrafos mais abaixo.

Acabamos por enviar um fax para a Oni a cancelar tudo e pedimos net do Sapo. Era mais caro, mas pelo menos ia funcionar...

É o ias!

Bem que tentámos, mas nada feito.

Reclamámos, reclamámos... e acabamos por ser nós novamente e descobrir o problema! A linha tinha sido finalmente transferida e tínhamos agora o número da Oni!

Terceiro (cá está!) : Se o problema era mesmo aquele, se eles iam pedir novamente a transferência e se nós dissemos, claramente, que não o fizessem porque já não queríamos... como e porque raio é que o número foi transferido?

Acabamos por decidir ficar com a Oni, já que estava a funcionar e estava.

Passados dois belos meses (mais coisa menos coisa) com internet em casa... eis que ela "se escafedeu"!

Lá recomeçaram os telefonemas para descobrir o que se passava... Disseram-nos que tínhamos uma conta por pagar. Nós achamos estranho mas decidimos pagar. Saldamos portanto a dívida... e continuamos sem net em casa...

Ligamos novamente... O nosso caso estava em apreciação.

Apreciação?

Então não é só activar a conta? Não pagamos, já? Toca a carregar no botão!

Continuamos sem net e, passados uns meses, lá se descobriu o que se tinha passado...

Lembram-se do fax que mencionei uns parágrafos acima, para cancelar a conta da Oni?

Pois é, só deu entrada nesta altura.

A última vez que tive net em casa já foi em 2005. O nosso processo continua "em apreciação."

Mas no entretanto...

Já vos disse que continuamos a receber facturas da PT?

E para além disso...

Já vos disse que continuamos a receber facturas da Oni, com consumos e tudo?

Ah, mas já descobri o que são os consumos!

São euros!

Por mês, consumimos 22 euros e tal!

Ena, ena!

Tuesday, July 11, 2006

60 minutos

Não, não estou a falar do programa de televisão.

Estou mesmo a falar do tempo que fiquei à espera de uma consulta na Medicar.

Estava marcado para as 09:15.

Cheguei lá às 09:10.

Mandaram-me esperar.

Chamaram-me às 09:45.

Perguntaram-me novamente os meus dados pessoais (nome, data de nascimento, profissão, etc.) em voz alta (que é para toda a gente ouvir) só mesmo para os confirmar. (eu compreendo que a minha profissão possa mudar entre duas consultas, mas a minha data de nascimento?)

A pessoa atrás do balcão disse, com voz pouco simpática:

- Esteve de baixa ou tem algum problema?

- Não estive de baixa, tenho é dores nos pulsos.

- Trouxe resultados de exames?

- Não, não trouxe.

- Mas devia. Ainda não fez exames?

- Não.

Aliás, a minha ideia em ir lá era precisamente que me dissessem que exames fazer, onde e como.

Voltaram-me a dizer que esperasse.

Meia hora depois, liguei para a log (onde trabalho) e pedi que me confirmassem a hora da consulta (não me tivesse eu enganado).

Exacto, era mesmo às 09:15.

Levantei-me, fui novamente à recepção, e disse:

- Eu vou-me embora.

- Mas o doutor já o vai atender, é só sair a pessoa que está lá dentro. É já a seguir.

- Mesmo assim, eu vou embora, que tenho outros compromissos.

Mas eis que o paciente anterior sai e a senhora manda outra pessoa ver se o doutor me pode atender, dando-lhe ainda uma indicação extra:

- Diz que é uma consulta pontual a pedido da entidade patronal.

A rapariga vai, fala com o doutor, e volta para me dizer:

- A baixa foi superior a trinta dias?

- Eu não estive de baixa...

E acho que ela ainda começou a formular outra pergunta, enquanto eu me questionava: "Mas que vem a ser isto? O médico mandou-lhe fazer perguntas para quê? Para decidir se me atende agora ou me manda esperar mais um bocado? Será que se a baixa for superior a trinta dias ele assume que não me importo de esperar mais trinta minutos?"

Mas no entretanto a outra senhora tomou a iniciativa de se pôr a pé e ir falar directamente com o doutor.

Passados uns minutos lá estava eu dentro da sala, a ser atendido. Ou deverei dizer... repreendido?

Tudo bem, tenho um problema há cerca de dois anos e só agora fui tratar dele. Repetir várias vezes que já devia ter tratado do assunto, vai mudar alguma coisa? Vai fazer com que da próxima eu me apresse? Não, não vai! Qual vai ser a minha motivação em ir lá novamente?

Enfim, meia hora depois lá saí, com uma série de conselhos que já conhecia (sim, porque eu posso não ter ido ao médico, mas pelo menos informei-me e até promovi uma reunião sobre o assunto no ano passado, à qual compareceram umas cinquenta pessoas com problemas semelhantes que partilharam as suas histórias) e com a prova de que o médico não sabe muito de informática...

Trouxe também uma carta para entregar ao meu médico de família.

Ah, e a pérola:

- Se for a um especialista ou se lhe for diagnosticada alguma coisa, tem que vir cá dar-me conhecimento.

Eu até acenei com a cabeça e disse "certo", mas agora que penso nisso... ir lá para quê? Para esperar mais sessenta minutos?